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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-17T13:05:07Z | |
| dc.date.available | 2025-02-17T13:05:07Z | |
| dc.date.issued | 1952-07-03 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7119 | |
| dc.description.abstract | Comenta a impressão de um jornalista norte-americano durante sua visita ao Brasil, destacando dois aspectos que o espantaram: o grande número de jornais no Rio de Janeiro e a confusão entre fatos e suas interpretações. Concorda com o espanto, observando que o grande número de jornais poderia inicialmente ser visto como um sinal de vitalidade democrática, mas na prática, muitos desses jornais se preocupam mais em explorar a curiosidade do público do que em oferecer uma análise aprofundada. Ele aponta que a informação disseminada pela imprensa carioca é fragmentada e difícil de acompanhar, prejudicando a clareza do debate público. Além disso, critica a falta de distinção entre a parte noticiosa e opinativa nos jornais, o que, segundo ele, leva à deturpação e falsificação dos fatos. Ele exemplifica com dois casos em que a imprensa distorceu eventos para moldá-los conforme suas preferências editoriais. No primeiro caso, um jornal erroneamente afirmou que Eurico Dutra se opôs à emenda parlamentarista, baseando-se em uma interpretação equivocada de uma conversa breve. No segundo, outro jornal noticiou erroneamente que os deputados "dutristas" se rebelaram contra a reforma, distorcendo uma simples mudança na agenda de reuniões. Enfatiza que a principal responsabilidade da imprensa é relatar os fatos com fidelidade, e essa manipulação de informações compromete a credibilidade jornalística. | pt_BR |
| dc.subject | Jornalista Norte-Americano; Rio de Janeiro; Democracia; Curiosidade; Debate Público; Notícia; Distorção; Credibilidade; | pt_BR |
| dc.title | A Imprensa e o Dever da Verdade (1952-07-03) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |