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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-17T14:13:07Z | |
| dc.date.available | 2025-02-17T14:13:07Z | |
| dc.date.issued | 1952-10-03 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7143 | |
| dc.description.abstract | Faz uma crítica à proposta de reforma do governo anunciada pelo senador Etelvino Lins, que visaria promover uma descentralização administrativa. No entanto, Pilla argumenta que a reforma não é verdadeiramente estrutural, pois não modificará a essência do governo. Em vez de mudanças profundas, o que se propõe é apenas o aumento do número de ministérios, com a criação de mais sete ou oito pastas, a fim de conciliar o apoio dos diferentes partidos. Apesar do aumento do número de ministros, a relação de dependência do Presidente continuará a mesma, sem descentralizar efetivamente o poder. Observa que, com essa reforma, o governo continuará funcionando de maneira centralizada, onde os novos ministros estarão tão subordinados ao Presidente quanto os anteriores. O aumento do número de ministérios não resultará em uma mudança nas dinâmicas internas do governo, nem trará maior autonomia para a administração. Para ele, a reforma não altera a estrutura ou o funcionamento do governo, sendo, portanto, uma medida superficial. Em resumo, ele critica a reforma como uma tentativa de aparentar mudanças sem efetivamente transformar o sistema de poder, o que a torna ineficaz para resolver os problemas estruturais do governo. | pt_BR |
| dc.subject | Reforma; Estrutural; Governo; Senador; Etelvino Lins; Descentralização; Ministérios; Pastas; Partidos | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Reforma Estrutural (1952-10-03) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |