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Microscópio: A Noiva da Selva (1952-11-30)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-19T11:18:58Z
dc.date.available 2025-02-19T11:18:58Z
dc.date.issued 1952-11-30
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7148
dc.description.abstract Questiona as razões que impediriam o casamento entre a indígena Diacui e o sertanista branco, argumentando que a diferença racial não deveria ser um obstáculo. Para ele, a capacidade de uma pessoa para o matrimônio não se define pela cor da pele, mas sim por características individuais. No entanto, ele começa a entender a posição da instituição encarregada de proteger os indígenas. O tratamento dado a Diacui no Rio de Janeiro é criticado como um erro, pois não se trata de um verdadeiro processo de civilização, que exigiria muito mais tempo, mas sim de uma possível perversão cultural. A exposição repentina aos luxos da vida urbana pode transformar a índia a ponto de torná-la incompatível com a dura vida do sertão, frustrando as expectativas do sertanista. Teme que, diante desse cenário, o casamento entre os dois se torne inviável. Ele sugere que, caso o sertanista realmente deseje casar-se com Diacui e obtenha permissão do Serviço de Proteção aos Índios, ele deveria antes garantir um emprego estável na cidade, insinuando que a índia pode já estar mais adaptada ao ambiente urbano do que ao retorno à vida no sertão. pt_BR
dc.subject Casamento; Indígenas; Sertanista; Cultura; Vida Urbana; Perversão Cultural; Rio de Janeiro; Matrimônio pt_BR
dc.title Microscópio: A Noiva da Selva (1952-11-30) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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