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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-19T11:33:14Z | |
| dc.date.available | 2025-02-19T11:33:14Z | |
| dc.date.issued | 1953-02-10 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7154 | |
| dc.description.abstract | Responde à ironização de seu amigo Costa Régo sobre o sistema parlamentar e a quantidade de comissões e assembleias no Brasil. Costa Régo, em suas crônicas, sugeriu que, embora o regime parlamentar ainda não esteja plenamente em vigor, ele já domina pela ilusão verbalista, com discursos vazios. Pilla utiliza essa ironia como ponto de partida para esclarecer que a crítica ao parlamento como um "regime da parolagem" é infundada. Argumenta que, ao contrário do que muitos pensam, o parlamentarismo não é apenas um sistema de discursos vazios, mas de ação substancial. Ele explica que o termo "parlamento", derivado de "parlar" (falar), tem conotações pejorativas em nossa língua, o que leva muitos a associar o sistema a tagarelices sem importância. No entanto, Pilla argumenta que o regime presidencialista é, sim, o verdadeiro "regime da parolagem", pois, no Congresso, os discursos raramente influenciam o curso do governo. Em contraste, no sistema parlamentar, o que é dito tem grande relevância, pois as palavras têm valor e força. No regime parlamentar, os parlamentares falam de forma mais substancial e objetiva, dado que suas palavras podem realmente impactar a ação política e as decisões governamentais. Assim, defende que o parlamentarismo é um sistema mais sério e eficaz em termos de ação política do que se imagina. | pt_BR |
| dc.subject | Costa Régo; Parlamento; Presidencialismo; Parlamentarismo; Parolagem; Ação política; Discursos vazios | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Palavras e Palavras... (1953-02-10) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |