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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-19T12:08:13Z
dc.date.available 2025-02-19T12:08:13Z
dc.date.issued 1953-02-20
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7168
dc.description.abstract Critica o discurso do Ministro Negrão de Lima, que, ao justificar as falhas do governo de Getúlio Vargas, na verdade, expõe um ultimato às elites políticas do país. O governo de Vargas, ao reconhecer sua falência, exige a submissão das elites sob ameaça de uma revolução. Aponta que a verdadeira causa do fracasso do governo não são as elites, mas a destruição dessas elites iniciada por Vargas em 1930, o que resultou na falta de uma liderança política capaz no Brasil. Ele argumenta que, apesar das falhas das elites, o governo teve todos os meios para realizar suas ações e não encontrou resistência significativa para impô-las. Destaca que, embora as elites tenham falhado em diversos aspectos, elas não são responsáveis pelos erros do governo de Vargas, que, apesar de ter tido apoio de políticos e governadores, não conseguiu apresentar soluções eficazes para o país. O governo de Vargas busca, agora, um bode expiatório para justificar sua falência, fazendo ameaças às elites, caso se recusem a colaborar. Observa que, diferentemente de 1937, quando Vargas ainda tinha apoio das Forças Armadas para ações autoritárias, atualmente ele está politicamente desgastado e sem o apoio militar necessário, tornando o ambiente político mais perigoso. pt_BR
dc.subject Discurso; Ministro Negrão de Lima; Governo; Getúlio Vargas; Falência; Elites; Submissão; Revolução; Liderança; Políticas; 1930; Políticos; Resistência; Colaboração pt_BR
dc.title Jogo Perigoso (1953-02-20) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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