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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-19T12:10:11Z | |
| dc.date.available | 2025-02-19T12:10:11Z | |
| dc.date.issued | 1953-02-28 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7169 | |
| dc.description.abstract | Faz uma crítica ao comportamento dos governantes, especialmente do presidente da República, que, em meio à grave crise do país, mantêm uma postura de riso e despreocupação. Para ele, a responsabilidade de governar deveria ser encarada com seriedade, já que os governantes são responsáveis pelo destino de milhões de pessoas. O riso, nesse contexto, se torna um reflexo da inconformidade com a situação nacional, onde a miséria se espalha e a crise só piora. Questiona a razão pela qual os governantes riem, argumentando que isso pode ser uma estratégia para manter uma fachada de poder e controle, pois o riso funciona como uma forma de distanciar-se da realidade dolorosa do povo, que sofre com a escassez e a opressão. O riso, segundo Pilla, é uma característica comum entre os dominadores, que utilizam o riso para se sentirem seguros e superiores. Embora a história tenha conhecido governantes cruéis, o período atual, marcado pelo despotismo disfarçado, exige que os governantes apresentem essa fachada de alegria, mesmo sabendo da gravidade da situação. Finaliza apontando que os governantes podem rir agora, mas o momento de sofrimento será inevitável. | pt_BR |
| dc.subject | Governantes; Presidente; República; Função; Governar; Responsabilidade; País; Miséria; Riso; Inconsciência; Força; Astúcia; Ignorância | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Muito Riso... (1953-02-28) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |