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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-19T12:37:05Z | |
| dc.date.available | 2025-02-19T12:37:05Z | |
| dc.date.issued | 1953-03-12 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7177 | |
| dc.description.abstract | Aborda as consequências do ato de cassação do registro do Partido Comunista no Brasil, iniciado pelo sr. Barreto Pinto. A decisão foi inicialmente desacreditada, mas o governo, ao supor que a extinção do partido significaria a eliminação do comunismo, cometeu um erro grave. Embora o Partido Comunista tenha sido formalmente extinto, sua presença e influência aumentaram. Aponta que a questão comunista se tornou mais preocupante e disseminada após a cassação, com o movimento se infiltrando em diversos partidos, sem um partido específico para representar seus interesses. Menciona, como exemplo, a campanha do petróleo, onde a influência comunista se fez sentir, embora nem todos os envolvidos fossem comunistas ou cripto-comunistas. A mesma situação se repetiu com a discussão do acordo militar entre Brasil e Estados Unidos, onde muitos que defendiam a independência nacional estavam, na verdade, sendo manipulados pelas táticas comunistas, com um discurso que distorcia os interesses reais do Brasil. Contrasta o Brasil com a Europa, onde o comunismo, ao contrário, não foi banido e se manteve como um elemento parlamentar legítimo, obrigado a se assumir e a lidar abertamente com suas responsabilidades. A conclusão é que a democracia, com seu funcionamento transparente e a luz do sol, é o maior antídoto contra o comunismo, que se alimenta de ambientes escuros e opacos. | pt_BR |
| dc.subject | Cassação; Partido Comunista; Barreto Pinto; Governo; Extinção; Influência; Infiltração; Campanha do Petróleo; Acordo Militar; Estados Unidos; Independência | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Na Ilegalidade (1953-03-12) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |