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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-19T13:09:25Z
dc.date.available 2025-02-19T13:09:25Z
dc.date.issued 1953-03-26
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7188
dc.description.abstract Analisa a gestão do governo de Getúlio Vargas após o retorno ao poder e a adoção de medidas econômicas excepcionais para combater a crise. Vargas exigiu do Congresso uma série de leis de exceção, que, apesar de suas evidentes falhas constitucionais, foram aprovadas. A oposição, representada pela União Democrática Nacional, cedeu à pressão política, acreditando que a falência do governo se tornaria evidente ao país. Dois anos após a implementação das medidas, Pilla destaca a ausência de uma avaliação oficial sobre os resultados dessas leis na mensagem de Vargas ao Congresso. Nenhuma explicação foi dada sobre sua eficácia ou eventuais modificações necessárias. A falta de resultados concretos, como a contenção da carestia ou a redução dos abusos econômicos, revela o fracasso das políticas adotadas. O silêncio na mensagem presidencial é interpretado como uma confissão tácita da falência da política econômica do governo, que, ao não apresentar soluções, só reforça a continuidade dos erros. Critica a postura de Vargas, apontando que, em vez de admitir os fracassos e reavaliar as ações, o governo insiste na continuidade de um processo falido. A reflexão central é que, em vez de reformar ou corrigir os erros, a prática política de Vargas segue como um ciclo vicioso. pt_BR
dc.subject Getúlio Vargas; Tarefa; Promessas; Legislação de Exceção; Congresso; União Democrática Nacional; Política Econômica; Abusos pt_BR
dc.title Confissão Tácita (1953-03-26) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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