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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-19T13:14:35Z | |
| dc.date.available | 2025-02-19T13:14:35Z | |
| dc.date.issued | 1952-12-23 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7190 | |
| dc.description.abstract | Critica a proposta de reforma administrativa apresentada pelo governo, destacando um ponto que lhe chamou a atenção: a estrutura organizacional, que coloca os Ministérios em posição hierárquica inferior aos Conselhos subordinados diretamente ao presidente da República. Esses Conselhos, como o DASP, são órgãos executivos que, segundo Pilla, são uma aberração constitucional, pois operam sem a supervisão dos ministros, o que fere a Constituição vigente. De acordo com a Constituição, todos os atos do presidente precisam ser referendados por um ministro, que assume a responsabilidade pelas decisões. Contudo, os Conselhos, que são diretamente subordinados à Presidência, podem agir sem esse referendo ministerial, violando esse princípio. Observa que, embora a Constituição tenha criado exceções com dois conselhos, o Conselho Nacional de Economia e o Conselho de Segurança Nacional, a extensão dessa prática para outros Conselhos e sua posição superior aos Ministérios no anteprojeto da reforma representa um agravamento do erro constitucional. Conclui que a proposta não corrige, mas reforça o centralismo no poder, colocando o presidente da República em uma posição de poder absoluto, ao diminuir a relevância dos ministros e subordinar ainda mais a administração pública ao Executivo. Para Pilla, a reforma proposta mantém o lema de concentrar todo o poder no presidente. | pt_BR |
| dc.subject | Reforma Administrativa; Presidente da República; Ministérios; Conselhos; DASP; Aberração Constitucional; Atos Administrativos; Constituição; Referendo Ministerial | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: A Reforma (1952-12-23) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |