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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-19T13:46:51Z | |
| dc.date.available | 2025-02-19T13:46:51Z | |
| dc.date.issued | 1953-04-25 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7202 | |
| dc.description.abstract | Critica a postura de alguns presidencialistas que impugnaram a reforma parlamentarista, mesmo após a consulta ao eleitorado ter ocorrido de forma adequada. Ele argumenta que o presidencialismo é caracterizado por um regime de prazo fixo, onde a opinião pública não tem voz nem voto, tornando contraditório o pedido de consulta prévia para a implementação do parlamentarismo. Destaca que, na Assembleia Constituinte, o Partido Republicano foi o único a se declarar claramente presidencialista, enquanto os demais partidos, incluindo os maiores como o PSD e a UDN, não se manifestaram de forma definitiva sobre a questão, embora contassem com uma corrente parlamentarista interna. A reforma parlamentarista foi amplamente discutida e formalmente proposta, com grande apoio, especialmente nos meios universitários. Também menciona que a reforma obteve parecer favorável em uma nova comissão especial e que, ao longo do processo, a renovação da Câmara transformou o que antes era uma minoria parlamentarista em uma maioria significativa. Para ele, a consulta ao eleitorado já foi realizada, e a resposta dada, embora não tenha agradado a todos, é a que deve ser respeitada. Ele conclui destacando que a consulta exigida por algumas figuras foi, de fato, realizada, embora não tenha sido do gosto de todos os envolvidos. | pt_BR |
| dc.subject | Parlamentarismo; Presidente; Reforma; Consulta; Eleitorado; Partido Republicano; PSD; UDN; Assembleia Constituinte; Legislação; Reforma Parlamentarista | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: A Consulta (1953-04-25) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |