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Microscópio: Argumento Mais Forte (1953-05-07)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-19T14:00:15Z
dc.date.available 2025-02-19T14:00:15Z
dc.date.issued 1953-05-07
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7208
dc.description.abstract Faz uma análise crítica sobre a proposta do ministro da Fazenda de fechar os órgãos de publicidade das empresas incorporadas ao domínio da União, que estão acumulando prejuízos de cerca de cinquenta milhões de cruzeiros. Concorda com a medida, destacando a razão financeira, já que é insustentável que o Tesouro continue a arcar com tais prejuízos, especialmente diante da crescente insatisfação do Congresso Nacional, que já constituiu uma comissão para investigar as empresas em questão. No entanto, Pilla vai além e explora outros aspectos mais profundos da questão. Ele argumenta que, em uma democracia, o governo não deve ter órgãos de publicidade que não sejam exclusivamente voltados para a divulgação de atos oficiais ou para ações educativas de grande relevância. O problema central é o uso da máquina pública para promover a parcialidade política do governo em benefício próprio, o que coloca o governo em uma posição privilegiada em relação às demais correntes políticas, ao utilizar recursos estatais. Essa prática configura, segundo Pilla, uma distorção do regime democrático. Ele lamenta que em um país onde os princípios de moralidade pública têm pouca influência, a situação seja tolerada até que a situação financeira do Tesouro force o governo a tomar medidas. pt_BR
dc.subject Ministro da Fazenda; Publicidade; Empresas Estatais; Prejuízos; Democracia; Governo; Parcialidade Política; Moralidade; Regime Democrático pt_BR
dc.title Microscópio: Argumento Mais Forte (1953-05-07) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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