Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-19T14:06:33Z | |
| dc.date.available | 2025-02-19T14:06:33Z | |
| dc.date.issued | 1953-05-12 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7211 | |
| dc.description.abstract | Aborda a questão da crítica e da oposição no contexto político, argumentando que ambos os conceitos são muitas vezes confundidos com a ideia de "oposição construtiva", que considera uma antinomia. Ele argumenta que, por sua natureza, a crítica e a oposição não são capazes de criar ou construir; elas apenas esclarecem, apontando virtudes ou defeitos. A oposição só pode se tornar construtiva quando se transforma em governo, pois, enquanto oposição, seu papel é apenas criticar e não administrar. No sistema presidencial, o governo é governo até o fim do mandato, e a oposição não tem a responsabilidade de apresentar soluções ou planos administrativos. Isso seria uma função do governo, que tem os meios e a autoridade para agir e implementar políticas. A crítica, portanto, no sistema presidencialista, não pode ser considerada construtiva, pois se limita a analisar as ações do governo sem intervir diretamente na execução de projetos. Também critica a imprensa oficiosa, que exige da oposição a oferta de soluções concretas para problemas governamentais. Essa cobrança é errônea, já que a oposição, em um sistema presidencialista, não tem a função de governar, apenas de fiscalizar e criticar. Ele conclui que, apesar de suas qualidades, a crítica e a oposição são inerentemente não construtivas. | pt_BR |
| dc.subject | Defeitos; Governo; Sistema Presidencial; Imprensa Oficiosa; Soluções; Plano Administrativo; Fiscalizar | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Crítica Construtiva (1953-05-12) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |