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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-20T10:58:12Z | |
| dc.date.available | 2025-02-20T10:58:12Z | |
| dc.date.issued | 1953-05-20 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7217 | |
| dc.description.abstract | Rebate as críticas ao parlamentarismo feitas por um articulista do Jornal do Brasil, que usa a França como exemplo de um sistema mal sucedido. Argumenta que esse raciocínio é falho, pois diversos países – como Inglaterra, Itália, Suécia, Holanda, Canadá, Austrália e Índia – adotam o parlamentarismo com sucesso. O problema na França não estaria no sistema em si, mas no fato de o país nunca ter implementado um parlamentarismo clássico, praticando, na verdade, um governo de assembleia, onde o poder legislativo predomina. Enfatiza que os franceses não rejeitam seu modelo de governo, pois, mesmo após a ocupação estrangeira, restabeleceram o mesmo sistema. Ele aponta que, apesar da enorme influência de De Gaulle, a nação optou pela instabilidade ministerial em vez dos riscos do presidencialismo autoritário. Conclui que a experiência francesa demonstra que o parlamentarismo não fracassou. Pelo contrário, é preferido pelos cidadãos, que, aprendendo com a história, rejeitam soluções centralizadoras e figuras personalistas. O único grupo descontente seriam alguns presidentes presidencialistas, cujas opiniões não são levadas a sério, e que, muitas vezes, são obrigados a abandonar o cargo antes do tempo. | pt_BR |
| dc.subject | Parlamentarismo; Poder Legislativo; Ocupação Estrangeira; De Gaulle; Instabilidade Ministerial; Autoritarismo; Presidente; História; Centralização | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: O Julgamento de Franceses (1953-05-20) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |