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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-20T11:03:06Z | |
| dc.date.available | 2025-02-20T11:03:06Z | |
| dc.date.issued | 1953-05-24 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7219 | |
| dc.description.abstract | Aborda a Comissão Parlamentar de Tomada de Contas, destacando a importância dessa comissão, que deveria ser altamente política, como instrumento para assegurar a prestação de contas do poder Executivo. Lembra que, ao longo da história, a prestação de contas foi um meio pelo qual os povos conquistaram sua liberdade política, exigindo que os governantes justificassem o uso dos recursos. No entanto, no Brasil, esse processo tornou-se uma formalidade, muitas vezes desconsiderada, devido à ineficácia do sistema, em que o impeachment é um recurso raro e pesado. Elogia, entretanto, o trabalho desenvolvido pela Comissão de Tomada de Contas da Câmara dos Deputados, que, sob a presidência de Guilherme Machado, tem cumprido sua missão constitucional, especialmente através do relator Ferraz Egreja, que apontou as violação de normas orçamentárias pelo governo. Questiona se a maioria da comissão, ao aprovar o parecer, compreenderá sua função em defesa do regime democrático, e se a Câmara dos Deputados tomará as devidas ações. Embora duvide da aplicação de um processo de responsabilidade formal contra o presidente, Pilla vê a simples desaprovação das contas como uma importante advertência. Reflete sobre a necessidade de um sistema de controle mais efetivo e da responsabilidade das instituições em preservar a democracia e a transparência. | pt_BR |
| dc.subject | Comissão Parlamentar; Política; Prestação de Contas; Liberdade Política; Formalidade; Ineficácia; Impeachment; Câmara dos Deputados; Guilherme Machado; Ferraz Egreja | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Tomada de Contas (1953-05-24) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |