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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-20T11:33:56Z | |
| dc.date.available | 2025-02-20T11:33:56Z | |
| dc.date.issued | 1953-06-07 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7229 | |
| dc.description.abstract | Aborda a crise ministerial francesa e suas implicações para os sistemas de governo, especialmente o presidencialismo e o parlamentarismo. Destaca que os parlamentaristas podem aprender com essa crise, e que os presidencialistas, por sua vez, precisam entender a essência da democracia, que envolve debate, contestação e mutação. Critica a visão limitada dos presidencialistas, que veem a política apenas como administração e acreditam que a falta de governo durante uma crise ministerial é um caos. Ele defende a ideia de que, quando um gabinete cai, é necessário e natural buscar alternativas, já que um governo ineficiente seria mais prejudicial para o país. Observa que, embora o sistema francês enfrente dificuldades devido às restrições constitucionais à dissolução do Parlamento, ele continua sendo um dos governos mais eficientes e democráticos dos tempos modernos. A crise ministerial da França é vista como um reflexo das dificuldades políticas internas, especialmente no contexto da guerra na Indochina e do problema na Tunísia. A resistência a mudanças, mesmo diante de desafios, evidencia a complexidade do processo democrático em ação. Conclui que, apesar das adversidades, o sistema parlamentar francês demonstra a força da democracia em ação, algo que os presidencialistas não compreendem plenamente. | pt_BR |
| dc.subject | Crise Ministerial; França; Governo; Eficiência; Política; Dissolução; Guerra; Votação; Radical-socialista; Democracia em ação | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Democracia em Ação (1953-06-07) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |