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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-20T11:40:56Z | |
| dc.date.available | 2025-02-20T11:40:56Z | |
| dc.date.issued | 1953-06-10 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7231 | |
| dc.description.abstract | Aborda uma reflexão sobre o sistema parlamentarista, especialmente em comparação com o presidencialismo. Um dos principais argumentos contra o parlamentarismo é a instabilidade dos ministérios, um fenômeno observado na França, que já foi amplamente explicado. Contudo, Pilla sugere que, mesmo que a instabilidade seja considerada um mal, os ministérios franceses, embora efêmeros, governam enquanto estão no poder, e possuem uma certa autoridade, mesmo que limitada. Em contraste, no sistema presidencialista, o autor aponta o exemplo de um ministério atual, que tem permanecido no poder sem autoridade real, sempre ameaçado de ser destituído por um simples gesto presidencial. Para Pilla, essa situação de incerteza e insegurança é uma característica negativa do presidencialismo, que impede o governo efetivo, já que os ministros dependem constantemente do humor do presidente ou das intrigas políticas, ao invés de serem sustentados por uma maioria parlamentar. Compara essa situação com a dinâmica do parlamentarismo, onde a instabilidade resulta em uma alternância rápida dos ministérios, mas sempre com a garantia de que, enquanto no poder, eles governam plenamente, e quando caem, são substituídos rapidamente por outro ministério com apoio da maioria. Conclui que a instabilidade do parlamentarismo, embora desconfortável, é preferível à situação de incerteza e dependência política característica do presidencialismo, que leva a um governo enfraquecido e instável. | pt_BR |
| dc.subject | Parlamentarismo; Instabilidade; Ministérios; França; Governo; Autoridade; Sistema; Presidencialismo; Incerteza; Substituição | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Pior que a Instabilidade (1953-06-10) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |