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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-20T12:15:17Z | |
| dc.date.available | 2025-02-20T12:15:17Z | |
| dc.date.issued | 1953 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7240 | |
| dc.description.abstract | Critica a situação política do Brasil e as reações a uma fórmula proposta por Odilon Braga para tentar tirar o país do caos em que se encontra. Observa que muitos legisladores, mesmo com boa fé, não compreendem a diferença entre lei e convenção, e rejeitam a ideia de um governo coletivo e responsável. Para esses, a prioridade parece ser a preservação dos direitos do governante, em vez de atender aos direitos fundamentais da nação. Destaca que essa resistência ao novo modelo é alimentada pela ideia de irresponsabilidade política, que é uma característica que muitos políticos latino-americanos, especialmente os brasileiros, defendem em detrimento de práticas republicanas mais responsáveis. Cita Rui Barbosa, que já em 1920 apontava a dificuldade de mudança nas repúblicas da América Latina, onde o sistema presidencialista prevalece, impedindo qualquer tentativa de ensaio parlamentar. Segundo Barbosa, a irresponsabilidade na política e administração é a principal motivação por trás da resistência à mudança, e Pilla concorda com essa análise. Ele observa que a intransigência em relação ao parlamentarismo não surge de motivos superiores ou republicanos, mas sim da busca pela manutenção do poder sem responsabilidade, que tem se agravado ao longo do tempo. A proposta de Braga, portanto, visa combater essa irresponsabilidade, mas encontra forte oposição daqueles que se beneficiam do atual sistema político. | pt_BR |
| dc.subject | Odilon Braga; Caos; Legisladores; Constituição; Convenção; Governo Coletivo; Responsabilidade; Direitos Fundamentais; Irresponsabilidade; Política | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Pela Irresponsabilidade (1953) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |