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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-20T12:23:56Z | |
| dc.date.available | 2025-02-20T12:23:56Z | |
| dc.date.issued | 1953-04-01 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7242 | |
| dc.description.abstract | Destaca a importância da sensibilidade para os seres vivos e as coletividades, comparando-a com a capacidade de defesa contra ameaças externas. Ele argumenta que, enquanto os organismos individuais dependem da sensibilidade para se proteger, as instituições humanas, como as assembleias representativas, por vezes, demonstram uma falta alarmante dessa característica. Faz referência a um episódio na Câmara dos Deputados, durante a Semana Santa, onde a decisão de interromper o funcionamento parlamentar não teve uma base justificável, seja religiosa ou prática. A falta de sensibilidade da Câmara é comparada à insensibilidade do organismo que não percebe um perigo iminente, como no caso de um tábido queimando a mão sem perceber o risco. Critica o fato de que, mesmo em um contexto de crise em que a instituição parlamentar é fragilizada, não houve a percepção da importância de continuar os trabalhos, principalmente num cenário onde o respeito pela instituição deveria prevalecer. Observa que, entre as justificativas para a decisão, havia desde uma forma de respeito à religião até um simples desejo de escapar das obrigações parlamentares. No entanto, ele ressalta que a verdadeira falha foi a insensibilidade para com a situação política mais ampla, algo fundamental para a preservação e o funcionamento de qualquer instituição democrática. | pt_BR |
| dc.subject | Sensibilidade; Seres Vivos; Coletividades; Instituições; Defesa; Ameaças; Insensibilidade; Câmara dos Deputados; Semana Santa; Funcionamento Parlamentar | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Sensibilidade (1953-04-01) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |