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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-20T12:30:14Z | |
| dc.date.available | 2025-02-20T12:30:14Z | |
| dc.date.issued | 1953-04-05 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7244 | |
| dc.description.abstract | Analisa a crítica feita por um jornal carioca que defende a reforma parlamentarista, questionando a eficácia do regime presidencialista. O artigo destaca que, em momentos de crise, o regime atual oferece apenas a espera, com prazos de cinco anos para a solução dos problemas, o que agrava ainda mais a situação. Sugere que problemas enfrentados logo poderiam ser resolvidos, sem necessidade de adiamentos. Ele critica o presidencialismo, que, para muitos, não é apenas um sistema de governo, mas uma defesa do status quo, mesmo que isso prejudique o país. Também menciona a opinião do cronista parlamentar do mesmo jornal, que argumenta que uma reforma ministerial não resolveria os problemas do governo, pois o sistema presidencialista, onde os ministros têm pouco poder, está na raiz das dificuldades. Para ele, a mudança seria impossível sem uma transformação completa do regime e, especialmente, sem uma mudança no próprio Getúlio Vargas. A conclusão é que a ineficácia do sistema presidencialista, que impede ações eficazes diante de uma crise, leva ao desprestígio e ao fracasso, mas ainda assim, os defensores do regime se recusam a aceitar qualquer alteração. Evidencia o conflito entre a preservação do regime e a necessidade de mudanças urgentes para o bem-estar do país. | pt_BR |
| dc.subject | Reforma Parlamentarista; Crise; Regime Presidencialista; Prazos; Cronista Parlamentar; Transformação; Eficiência | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Inconsequência (1953-04-05) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |