Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-20T12:32:15Z | |
| dc.date.available | 2025-02-20T12:32:15Z | |
| dc.date.issued | 1953-06-27 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7245 | |
| dc.description.abstract | Critica a visão que muitos têm sobre a política, que é comumente descrita de forma depreciativa com a frase "Deixemos a política aos políticos". Ele argumenta que, embora a política deva ser conduzida por quem a ela se dedica, como os políticos, ela também deve ser uma atividade compartilhada por todos os cidadãos. Caso contrário, a democracia corre o risco de degenerar, e a política perde sua grandeza. Aponta que muitos dos que desprezam a política acabam praticando uma forma passiva de política ao apoiar cegamente qualquer governo, um erro especialmente notável entre as classes conservadoras, que, ao invés de lutar ativamente pelos seus interesses, preferem a passividade. No entanto, as "provocações" da realidade têm ensinado essas classes. As dificuldades enfrentadas pelo país fizeram com que até mesmo aqueles que tradicionalmente se opunham a outra forma de política se vissem forçados a reagir. As classes conservadoras, uma vez desinteressadas pela política ativa, começaram a perceber que, para proteger seus próprios interesses, deveriam engajar-se na política de forma mais participativa. Contudo, Pilla alerta que, ao se envolver na política, essas classes não devem tentar fazer uma política de classe, pois isso representa a negação da verdadeira política, que deve buscar o bem comum da coletividade. | pt_BR |
| dc.subject | Políticos; Cidadãos; Democracia; Passividade; Governo; Classes Conservadoras; Interesses; Provocações; Política Ativa | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Classe e Partido (1953-06-27) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |