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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-20T12:53:14Z | |
| dc.date.available | 2025-02-20T12:53:14Z | |
| dc.date.issued | 1953-07-03 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7252 | |
| dc.description.abstract | Discute a proposta de custeio dos partidos políticos com recursos públicos, uma questão levantada na Câmara dos Deputados. Ele reconhece que, com a representação proporcional, os partidos deixaram de ser entidades naturais e espontâneas, tornando-se organismos disciplinados pela lei. Argumenta que, embora os partidos sejam de ordem pública, sua natureza deve pertencer à esfera cívica, onde devem agir com liberdade e espontaneidade, e não à esfera estatal, onde há rigidez e controle. O principal argumento contra a subvenção pública aos partidos, segundo Pilla, é o risco de estatização dos mesmos, o que poderia transformá-los de organismos vivos em máquinas burocráticas, perdendo sua essência democrática. Ele também destaca que a subvenção implicaria em novos impostos para o contribuinte, o que poderia gerar ainda mais descontentamento popular. Alerta que, em um cenário de crescente desconfiança da população em relação aos partidos e seus representantes, a ideia de financiar os partidos com o dinheiro público poderia ser vista como uma arma poderosa nas mãos dos inimigos da democracia, agravando o mal-estar social. Por fim, conclui que, ao tentar fortalecer os partidos, o projeto poderia, paradoxalmente, enfraquecê-los, criando mais desconfiança e distanciamento entre a população e as instituições políticas, um risco sério para a democracia. | pt_BR |
| dc.subject | Partidos; Custeio; Cofres Públicos; Representação Proporcional; Formações Naturais; Estatização; Esfera Cívica; Esfera Estatal | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Imposto Contra os Partidos (1953-07-03) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |