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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-25T12:40:59Z | |
| dc.date.available | 2025-02-25T12:40:59Z | |
| dc.date.issued | 1953-09-29 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7278 | |
| dc.description.abstract | Critica duramente a decisão do governo de restabelecer o Decreto-lei n° 8.543, de 1946, utilizado para restringir a liberdade das emissoras de rádio. Destaca que, entre as hipóteses previstas no decreto, o governo ignora completamente a proteção da moral e dos bons costumes e foca exclusivamente na punição de críticas ao presidente da República e seus ministros. Para ele, essa medida não busca proteger valores sociais, mas sim blindar politicamente as autoridades contra a oposição. Argumenta que essa proteção especial contradiz os princípios fundamentais da democracia e da república. Ele ressalta que, em regimes monárquicos, a inviolabilidade do chefe de Estado se justifica porque o rei não governa, cabendo essa função aos ministros. No entanto, em uma república presidencialista, onde o presidente governa diretamente, qualquer tentativa de torná-lo inviolável é antidemocrática. Além disso, considera ainda mais absurda a extensão dessa proteção aos ministros de Estado, pois isso impediria qualquer controle ou crítica sobre aqueles que auxiliam diretamente na administração do país. Para Pilla, tal medida transforma a estrutura governamental em algo semelhante a uma monarquia absoluta, ferindo gravemente os princípios republicanos e democráticos. Assim, ele denuncia o decreto como um instrumento autoritário para silenciar a oposição e proteger o governo da fiscalização pública. | pt_BR |
| dc.subject | Emissoras de Rádio; Presidente da República; Ministros; Democracia; Inviolabilidade; Imunidade; Autoridade | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Inviolabilidade Anti-Republicana (1953-09-29) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |