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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-25T12:43:30Z | |
| dc.date.available | 2025-02-25T12:43:30Z | |
| dc.date.issued | 1953-10-01 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7279 | |
| dc.description.abstract | Analisa a relação entre sistemas de governo e administração pública, destacando as deficiências do presidencialismo e os benefícios do parlamentarismo. Ele ressalta que a política influencia diretamente a administração, especialmente no âmbito das finanças públicas. Citando críticos como Wilson e Lasky, ele aponta que o sistema presidencialista não garante unidade nem permite responsabilidade, resultando em um processo orçamentário caótico. No parlamentarismo, o gabinete governamental tem participação ativa na formulação do orçamento, garantindo coerência entre planejamento e execução. Já no presidencialismo, a separação entre Executivo e Legislativo gera desordem, favorecendo interesses regionais e partidários em detrimento do interesse nacional. Pilla menciona o caso dos Estados Unidos, onde mais de quarenta comissões legislativas influenciam a administração pública, dificultando a execução orçamentária. Também destaca a situação no Brasil, citando um discurso do deputado Leite Neto, que aponta a falta de organização no orçamento da Educação. No modelo atual, a peça orçamentária se torna uma soma de interesses conflitantes, permitindo ao governo utilizar créditos suplementares para criar um orçamento paralelo. Concluindo, defende o parlamentarismo, não apenas como forma de fortalecer a democracia, mas também para garantir uma administração pública mais eficiente, capaz de planejar e executar políticas com maior coerência e responsabilidade. | pt_BR |
| dc.subject | Sistemas de Governo; Administração Pública; Presidencialismo; Parlamentarismo; Finanças Públicas; Estados Unidos; Comissões Legislativas | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Balbúrdia (1953-10-01) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |