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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-25T13:01:01Z | |
| dc.date.available | 2025-02-25T13:01:01Z | |
| dc.date.issued | 1953-10-06 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7282 | |
| dc.description.abstract | Discute a campanha política de Otávio Mangabeira contra o governo de Getúlio Vargas, rebatendo críticas que a classificam como motivada por ressentimentos pessoais. Segundo Pilla, mesmo que houvesse motivos pessoais, isso não invalidaria os argumentos patrióticos que justificam a oposição. Além disso, muitos antigos aliados da Revolução de 1930 também se voltaram contra Vargas, evidenciando que a questão vai além de disputas individuais. Ressalta que a política brasileira se polarizou em torno de Getúlio Vargas, criando uma divisão entre aqueles que o apoiam e aqueles que o combatem. Esse fenômeno ocorre não apenas pela figura do presidente em si, mas pelo modelo de governo que ele representa. Para ele, o próprio Vargas reforça essa centralização ao se colocar como único responsável pelos avanços do país e ao atribuir todas as dificuldades a seus opositores, um comportamento típico de regimes autoritários. Dessa forma, a campanha de Otávio Mangabeira não é um ataque pessoal, mas sim uma luta contra um sistema político baseado no personalismo e na concentração de poder. O objetivo final não é apenas derrotar Vargas, mas restabelecer uma política mais democrática, onde o governo não gire exclusivamente em torno de uma única figura. | pt_BR |
| dc.subject | Otávio Mangabeira; Getúlio Vargas; Campanha; Ressentimentos; Polarização; Democracia; Poder | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Personalismo (1953-10-06) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |