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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-25T13:58:59Z | |
| dc.date.available | 2025-02-25T13:58:59Z | |
| dc.date.issued | 1953-06-26 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7294 | |
| dc.description.abstract | Analisa a evolução do papel dos Ministros ao longo da história, destacando como sua função variou conforme o regime político. No Absolutismo, eram meros servidores do monarca, sem autonomia real, exercendo influência indireta e muitas vezes pessoal sobre os negócios públicos. Com o avanço da Democracia Representativa, os ministros passaram a servir à nação, mas foi somente no Parlamentarismo que adquiriram verdadeira dignidade política, tornando-se membros responsáveis do Governo. Já no Presidencialismo, modelo considerado por Pilla uma forma rudimentar de transição, os ministros conservaram características da subordinação ao chefe de Estado. Nos Estados Unidos, a Constituição sequer os menciona, e no Brasil, desde 1891, são definidos como agentes da confiança do Presidente da República, sendo livremente nomeados e demitidos. As Constituições de 1934 e 1946 tentaram elevar seu status, atribuindo-lhes corresponsabilidade governamental, mas sem alterar o essencial: sua total dependência do Presidente, que pode dispensá-los a qualquer momento, sem justificativa. Por isso, critica o sistema, argumentando que, enquanto os ministros permanecerem subordinados exclusivamente ao Chefe do Executivo, continuarão sendo servidores pessoais, e não verdadeiros governantes. Mesmo assim, muitos almejam o cargo, atraídos pelo prestígio e pelas vantagens do poder presidencial, ainda que sua posição seja frágil e sua autonomia inexistente. | pt_BR |
| dc.subject | Ministros; Absolutismo; Servidores; Monarca; Negócios Públicos; Democracia Representativa; Prestígio; Autonomia | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Ministros (1953-06-26) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |