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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-27T11:36:50Z | |
| dc.date.available | 2025-02-27T11:36:50Z | |
| dc.date.issued | 1953-11-22 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7306 | |
| dc.description.abstract | Reafirma que não há na Constituição Federal qualquer obrigação de isentar do imposto de renda os lucros das sociedades de economia mista ou outras empresas onde o Estado seja o principal sócio. Ele distingue os bens, rendas e serviços essenciais do Poder Público das atividades econômicas paralelas, que concorrem diretamente com a iniciativa privada. Mesmo admitindo que sua interpretação possa gerar dúvidas, ele sugere que, nesse caso, a solução seria uma emenda constitucional, tornando claro que o Estado não deve ter privilégios tributários em setores econômicos concorrenciais. Segundo Pilla, a tendência crescente de intervenção estatal no Brasil contrasta com a experiência de países desenvolvidos, que já estão revertendo essa prática. Ele alerta para as consequências graves desse modelo, argumentando que o Estado é um mau empresário. Embora produza mal, pode sufocar a iniciativa privada ao se valer de privilégios fiscais, resultando na diminuição da produtividade e agravamento da crise econômica. Para ele, se essa lógica continuar, o Brasil, antes símbolo de fartura, corre o risco de padecer de fome. Por fim, defende que o país precisa fazer uma escolha clara: ou fortalece a livre iniciativa e a empresa privada, ou adota o estatismo. Tentar equilibrar os dois sistemas é, segundo ele, uma contradição insustentável, que pode levar o país à ruína. | pt_BR |
| dc.subject | Constituição Federal; Isenção; Imposto Renda; Economia Mista; Iniciativa Privada; Intervenção Tributária; Produtividade; Crise | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Imolação (1953-11-22) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |