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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-27T11:46:20Z | |
| dc.date.available | 2025-02-27T11:46:20Z | |
| dc.date.issued | 1953-11-26 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7308 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre a pena de morte e sua moralidade, a partir da execução iminente de um casal condenado por sequestro e assassinato de uma criança. Reconhece a gravidade do crime cometido, mas questiona se a sociedade tem o direito de retribuir o assassinato com outro assassinato. Ele argumenta que, enquanto os criminosos podem ter agido sob hesitação, medo ou desespero, a sociedade, ao executar uma pena capital, age de forma fria, lúcida e consciente, o que a torna, paradoxalmente, a maior assassina. Pilla distingue os crimes passionais ou impulsivos dos homicídios premeditados, sustentando que a execução legal se encaixa na segunda categoria. A frieza com que a sociedade organiza a morte institucionalizada torna o processo ainda mais monstruoso do que o próprio crime original. Ele descreve os preparativos minuciosos para a execução na câmara de gás e nota que, diferentemente do passado, onde execuções eram públicas e exemplares, agora são discretas e restritas, o que revela um certo reconhecimento do caráter cruel da prática. Sugere que essa mudança de postura pode ser um sinal de esperança para a abolição da pena de morte. A necessidade de esconder a execução demonstra um incômodo moral crescente, podendo levar à sua supressão no futuro. | pt_BR |
| dc.subject | Pena de Morte; Moralidade; Sociedade; Câmara de Gás; Consciência; Justiça; Punição | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: O Crime e o Monstro (1953-11-26) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |