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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-27T12:40:29Z | |
| dc.date.available | 2025-02-27T12:40:29Z | |
| dc.date.issued | 1953-12-18 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7321 | |
| dc.description.abstract | Critica a resistência dos presidencialistas à reforma parlamentarista, classificando-a como um medo infundado. Ele aponta que os defensores do presidencialismo, sejam por convicção ou conveniência, utilizam o temor como principal argumento contra a mudança. Figuras de grande cultura, como Gustavo Capanema, chegam a descrever o parlamentarismo como uma aventura desconhecida, um salto no escuro, argumento que Pilla considera falacioso. Ele rebate essa ideia lembrando que o parlamentarismo é amplamente adotado em países democráticos, exceto na América, onde o presidencialismo predomina. Além disso, recorda que o Brasil já praticou esse sistema durante o Segundo Reinado, não sendo, portanto, uma novidade para o país. Para Pilla, a verdadeira escuridão está no sistema atual, que apresenta resultados insatisfatórios e compromete as instituições representativas. Ele reconhece que alguns adversários do parlamentarismo possuem conhecimento político e, por isso, recorrem a outro argumento: a presença de Getúlio Vargas no poder. Segundo o jornal Diário Carioca, apoiar a reforma nesse contexto seria um erro estratégico, pois beneficiaria os adversários do regime. Pilla considera essa argumentação mais coerente, pois não nega o valor do parlamentarismo, mas apenas aponta uma dificuldade conjuntural, a qual ele promete analisar em outra oportunidade. | pt_BR |
| dc.subject | Parlamentarismo; Presidencialismo; Reforma; Gustavo Capanema; Democracia; Getúlio Vargas; Instituições Representativas | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Salto nas Trevas (1953-12-18) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |