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Microscópio: A Morte do Monstro (1953-12-22)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-27T12:48:18Z
dc.date.available 2025-02-27T12:48:18Z
dc.date.issued 1953-12-22
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7323
dc.description.abstract Aborda um caso peculiar ocorrido em Minas Gerais: o nascimento de um monstro com duas cabeças, dois troncos fundidos e duas pernas. A grande questão inicial é se a criatura sobreviverá. No entanto, essa indagação foi rapidamente substituída por outra ainda mais polêmica: deve-se matar o monstro? Para muitos, a resposta parece óbvia, mas ele reflete sobre o significado da vida e a dimensão moral da questão. Ainda que o ser nascido seja um monstro, talvez condenado ao sofrimento e a gerar sofrimento, Pilla questiona: acaso o sofrimento já foi eliminado da ordem natural? Além disso, ele argumenta que, por mais disforme que seja, essa criatura pode carregar uma centelha divina, algo que ninguém pode negar com certeza absoluta. Enfatiza que, se a vida humana é considerada sagrada e inviolável, essa mesma lógica deveria ser aplicada ao monstro. Afinal, quem somos nós para decidir sobre sua existência, se sequer compreendemos seu propósito na ordem universal? No entanto, Pilla reconhece que esse tipo de reflexão profunda não é comum na humanidade, que geralmente age movida por impulsos e conveniências. Encerra com uma crítica à incapacidade do homem de enxergar além do imediato, sempre preso à sua rotina frenética e materialista, sem elevar sua visão a perspectivas mais amplas e espirituais. pt_BR
dc.subject Monstro; Questão Moral; Ciência; Observação; Humanidade; Materialismo; Sofrimento pt_BR
dc.title Microscópio: A Morte do Monstro (1953-12-22) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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