Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-27T13:00:40Z | |
| dc.date.available | 2025-02-27T13:00:40Z | |
| dc.date.issued | 1953-12-31 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7327 | |
| dc.description.abstract | Rebate a crítica de um cronista que, ao combater o parlamentarismo, acaba por condenar o próprio presidencialismo. O cronista afirmou que, por muitos anos, a estrutura do regime brasileiro permaneceria sendo o Exército, que o instituiu. Para Pilla, essa afirmação demonstra a fragilidade do sistema vigente. Ele lembra que a República e o sistema presidencial foram instaurados por um golpe militar há 64 anos, tempo suficiente para que se consolidasse democraticamente, caso fosse adequado ao país. No entanto, o que se observa é a constante necessidade de intervenção militar para manter a ordem, evidenciando o fracasso desse modelo. Após as ditaduras de Deodoro e Floriano, o governo civil de Prudente de Morais tentou estabilizar a República, mas a estrutura presidencialista manteve as Forças Armadas como protagonistas da política nacional. Argumenta que o Presidencialismo funciona como uma ditadura constitucional, incapaz de formar uma cultura democrática e manter os militares afastados da política. Para romper esse círculo vicioso, é preciso adotar o Parlamentarismo, garantindo maior equilíbrio institucional e libertando tanto a Nação quanto as Classes Armadas desse jogo de poder. | pt_BR |
| dc.subject | Reforma; Parlamentarismo; Presidencialismo; Exército; Golpe Militar; Ditadura; Democracia | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Círculo Vicioso (1953-12-31) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |