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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-27T13:03:50Z | |
| dc.date.available | 2025-02-27T13:03:50Z | |
| dc.date.issued | 1954-01-04 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7328 | |
| dc.description.abstract | Critica a posição do presidente do Superior Tribunal Eleitoral, que defende a eliminação de pequenos partidos sob o argumento de que isso garantiria maior estabilidade ao regime. Contesta essa ideia, afirmando que essa não é uma prerrogativa do Poder Judiciário, mas sim do Poder Legislativo, ao qual cabe discutir e decidir sobre questões políticas. Para Pilla, a intervenção do Tribunal Eleitoral nesse tema representa uma atuação política inadequada e um risco para a democracia. Ele destaca que a existência de pequenos partidos é fundamental para a pluralidade política, evitando que se forme uma maioria sólida e permanente, o que poderia levar o governo a se aproximar de um regime autocrático. Menciona um artigo do Correio da Manhã, que reforça a importância dos pequenos partidos, como o PL e o PR, na representação de correntes independentes da opinião pública. Esses partidos, segundo Pilla, garantem a elasticidade do sistema político, permitindo que indivíduos não alinhados às grandes massas tenham voz. Por fim, reconhece que o grande número de partidos pode dificultar o trabalho da Justiça Eleitoral, mas rejeita a ideia de sacrificar a diversidade política em nome da conveniência administrativa. Para ele, a verdadeira preocupação deve ser com o fortalecimento da democracia, e não com a simplificação burocrática. | pt_BR |
| dc.subject | Superior Tribunal Eleitoral; Pequenos Partidos; Estabilidade; Pluralidade Política; Autocracia; Correntes Independentes; Diversidade Política | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Os Interesses da Democracia (1954-01-04) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |