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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-27T13:06:14Z | |
| dc.date.available | 2025-02-27T13:06:14Z | |
| dc.date.issued | 1954-01-05 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7329 | |
| dc.description.abstract | Analisa um discurso recente de Getúlio Vargas, destacando sua sobriedade e serenidade, algo incomum em sua retórica usual. O tom da fala se explica pelo público-alvo: desta vez, Vargas se dirigia às Classes Armadas, cuja postura mudou desde o início do Estado Novo. Inicialmente, os militares estavam alinhados ao regime, mas passaram a compreender melhor os princípios da democracia, tornando-se um obstáculo para qualquer tendência autoritária. No discurso, Vargas evitou excessos demagógicos, limitando-se a uma breve crítica ao capital estrangeiro. Isso pode ser interpretado como uma resposta indireta ao General Juarez Távora, que recentemente fez uma defesa contundente dos princípios democráticos na Escola Superior de Guerra. Pilla vê essa moderação como uma estratégia política, e não como uma genuína adesão aos ideais democráticos. Alerta que o futuro da democracia brasileira depende da firmeza das Classes Armadas em mantê-la. Se os militares hesitarem ou se tornarem complacentes, Vargas pode retornar à sua retórica autoritária e às práticas do Estado Novo. O discurso, portanto, reflete menos uma mudança real na visão do presidente e mais a pressão dos militares para que ele se alinhe com os princípios democráticos. | pt_BR |
| dc.subject | Discurso Presidencial; Getúlio Vargas; Sobriedade; Classes Armadas; Estado Novo; Autoritário; Democracia | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Democracia de Circunstancia (1954-01-05) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |