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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-27T14:31:50Z | |
| dc.date.available | 2025-02-27T14:31:50Z | |
| dc.date.issued | 1953-11-05 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7344 | |
| dc.description.abstract | Critica a criação do Fundo Partidário, argumentando que o verdadeiro problema dos partidos não é financeiro, mas sim sua falta de legitimidade. Segundo ele, os partidos no Brasil não possuem uma base ideológica sólida e, por isso, suas despesas acabam recaindo sobre chefes políticos e candidatos. A solução não está em financiá-los com dinheiro público, pois isso apenas transformaria os partidos em mercadorias eleitorais, onde o principal critério seria a capacidade financeira, e não a representatividade. Ilustra essa realidade com um episódio em que conheceu um candidato a vereador que sequer sabia por qual partido concorreria, demonstrando a fragilidade das instituições políticas no Brasil. Para ele, a busca por uma legenda partidária se dá mais por conveniência eleitoral do que por alinhamento ideológico. Ele defende que, antes de conceder auxílio financeiro aos partidos, o país deveria se preocupar em formar partidos legítimos, que representem realmente a vontade popular e tenham compromisso político. No entanto, ele reconhece que isso não pode ser alcançado apenas por meio de uma lei eleitoral, mas exige mudanças estruturais que estimulem a formação de organizações partidárias autênticas. Enfatiza que um sistema partidário funcional não se constrói apenas com regras burocráticas ou apoio estatal, mas sim por meio do fortalecimento de valores democráticos e da criação de um ambiente que favoreça a representatividade real dos cidadãos. | pt_BR |
| dc.subject | Fundo Partidário; Problema Financeiro; Legitimidade; Partidos Políticos; Instituições Políticas; Mudanças Estruturais | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Firmas Políticas (1953-11-05) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |