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Alerta para a importância das Eleições de 1954 e 1955, destacando seu impacto na Democracia Representativa. Argumenta que as eleições são momentos fundamentais para definir os rumos do Governo, sendo um dever cívico dos Cidadãos e uma responsabilidade dos Líderes Políticos. Denuncia a estratégia de Getúlio Vargas para se manter no Poder, não por meio de um Golpe de Estado direto, como em 1937, mas por manobras para modificar a Constituição. O Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) lidera essa articulação, formando alianças estratégicas para garantir maioria no Congresso e viabilizar a Prorrogação do Mandato. Ele critica a complacência dos Partidos de Oposição, como a União Democrática Nacional (UDN) e o Partido Social Democrático (PSD), que, ao firmarem acordos eleitorais com o PTB, podem estar entregando o país a um Regime Autoritário. Se o plano de Vargas for bem-sucedido, o Congresso se tornará um órgão submisso, consolidando um governo Centralizado e comprometendo as Liberdades Públicas. Convoca os Cidadãos e os Partidos Democráticos, especialmente o Partido Libertador, a mobilizarem-se, garantindo a eleição de representantes comprometidos com a Democracia. A participação eleitoral é apresentada como essencial para impedir que o Brasil caia novamente em um Regime Ditatorial. |
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