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Aborda a crença enraizada na ideia do fim do mundo, geralmente associada ao Apocalipse. Inicia questionando a demora dessa profecia em se realizar, destacando que, do ponto de vista científico, o sistema planetário é perfeito e não há previsão de catástrofes iminentes. Porém, a ameaça de destruição não vem do sistema natural, mas sim da ação humana. Ele aponta que, com as armas modernas, como a bomba de hidrogênio, o mundo pode ser destruído rapidamente. A capacidade destrutiva do homem com tais tecnologias está além do que se imaginava, com a possibilidade de bombas ainda mais poderosas em um futuro próximo. Alerta que, embora a catástrofe seja evitável, o maior obstáculo é a natureza humana, que utiliza esses recursos para a destruição. Ele enfatiza que proibir armas não seria eficaz, pois, em uma situação extrema, nada impediria seu uso. A solução para evitar esse fim seria uma organização jurídica global que regulasse as nações, embora Pilla acredite que essa solução esteja longe de ser alcançada devido à ascensão de potências como a Rússia, que, segundo ele, deseja dominar o mundo. Conclui que a verdadeira ameaça ao mundo não é a bomba em si, mas a maneira como o homem lida com esses poderosos instrumentos de destruição. |
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