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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-27T16:09:13Z | |
| dc.date.available | 2025-02-27T16:09:13Z | |
| dc.date.issued | 1954-04-04 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7358 | |
| dc.description.abstract | Aborda a crença enraizada na ideia do fim do mundo, geralmente associada ao Apocalipse. Inicia questionando a demora dessa profecia em se realizar, destacando que, do ponto de vista científico, o sistema planetário é perfeito e não há previsão de catástrofes iminentes. Porém, a ameaça de destruição não vem do sistema natural, mas sim da ação humana. Ele aponta que, com as armas modernas, como a bomba de hidrogênio, o mundo pode ser destruído rapidamente. A capacidade destrutiva do homem com tais tecnologias está além do que se imaginava, com a possibilidade de bombas ainda mais poderosas em um futuro próximo. Alerta que, embora a catástrofe seja evitável, o maior obstáculo é a natureza humana, que utiliza esses recursos para a destruição. Ele enfatiza que proibir armas não seria eficaz, pois, em uma situação extrema, nada impediria seu uso. A solução para evitar esse fim seria uma organização jurídica global que regulasse as nações, embora Pilla acredite que essa solução esteja longe de ser alcançada devido à ascensão de potências como a Rússia, que, segundo ele, deseja dominar o mundo. Conclui que a verdadeira ameaça ao mundo não é a bomba em si, mas a maneira como o homem lida com esses poderosos instrumentos de destruição. | pt_BR |
| dc.subject | Apocalipse; Homem; Bomba de Hidrogênio; Armas; Destruição; Guerra | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: O Apocalipse (1954-04-04) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |