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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-27T16:17:29Z | |
| dc.date.available | 2025-02-27T16:17:29Z | |
| dc.date.issued | 1954-04-07 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7360 | |
| dc.description.abstract | Defende a força do sistema parlamentar, contrastando-o com os governos presidencialistas, considerados por muitos como mais robustos. Ele critica a visão comum de que o parlamentarismo gera governos fracos, especialmente com base na instabilidade dos gabinetes franceses. Argumenta que, ao contrário, o parlamentarismo é o regime mais forte em uma democracia, pois sempre repousa sobre a opinião pública, representada nas Câmaras. Ele exemplifica isso com a recente demissão do marechal Juin na França, que, ao criticar publicamente a política do governo, foi rapidamente dispensado de suas funções. Para Pilla, esse tipo de decisão demonstra a força do governo parlamentar, que resiste à pressão popular e à crítica sem ser abalado. Em contraste, os governos presidencialistas da América Latina, como o do Brasil, embora eleitos por um plebiscito e com mandato fixo, ficam frequentemente inseguros sobre o apoio popular e acabam prestando atenção ao menor sinal de instabilidade das Forças Armadas. Conclui que, enquanto o parlamentarismo não gera governos de força, ele cria governos fortes, sustentados pela confiança pública, ao contrário dos governos presidencialistas, que vivem em constante temor de perder o apoio da população e das instituições militares. | pt_BR |
| dc.subject | Governo; Desconfiança; França; Instabilidade; Câmaras; Opinião Pública; Classes Armadas; República | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Governos Fracos... (1954-04-07) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |