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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-28T11:21:18Z | |
| dc.date.available | 2025-02-28T11:21:18Z | |
| dc.date.issued | 1954 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7371 | |
| dc.description.abstract | Responde a um artigo crítico do jornal O Estado de S. Paulo, que atacava a proposta de Emenda Parlamentarista, alegando que a reforma seria inoportuna diante da desorientação política e da crise nacional. Rebate essa posição, afirmando que o problema não é apenas confusão, mas uma verdadeira decomposição do sistema presidencialista, causada pela sua irresponsabilidade política. Argumenta que a queda contínua do regime desde a Proclamação da República levou o país à atual crise, e que não há soluções eficazes dentro do presidencialismo vigente. Dessa forma, ele considera lógico e coerente que os parlamentaristas proponham a reforma nesse momento, pois acreditam que só o parlamentarismo pode salvar o país. Para ele, recusar essa solução sob pretexto de oportunismo seria uma forma de traição ao dever patriótico. Além dos defensores convictos do parlamentarismo, Pilla menciona aqueles que, mesmo sem certeza sobre sua eficácia, reconhecem o fracasso do presidencialismo e acreditam ser necessário ao menos tentar uma alternativa. Ele encerra sua argumentação com uma metáfora forte, comparando a crise do sistema político a um paciente em estado terminal, destacando que a última oportunidade de cura é agora. Para ele, insistir no presidencialismo equivale a medicar um morto, isto é, manter um sistema já falido em vez de buscar uma saída viável. | pt_BR |
| dc.subject | Emenda Parlamentarista; Reforma; Desorientação Política; Crise Nacional; Proclamação da República; Sistema Político | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Por Isto Mesmo... (1954) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |