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Argumenta que não há contradição entre a Federação e o Parlamentarismo, pois ambos os sistemas podem coexistir sem conflitos conceituais ou práticos. Ele responde a uma crítica do jornal "O Estado de São Paulo", que sugere que a adoção do Parlamentarismo exigiria mudanças estruturais na relação entre a União e os Estados-membros, incluindo a distribuição das rendas públicas e a capacidade tributária. Refuta essa alegação, afirmando que a mudança do sistema presidencialista para o parlamentarista se dá apenas no âmbito do Executivo, sem impactar a estrutura federativa. Ele questiona a necessidade de modificar as atribuições fiscais da União e dos Estados, demonstrando que impostos sobre importação, produção, comércio, renda e exportação permaneceriam os mesmos, independentemente do regime adotado. Ao desmontar a argumentação do jornal, Pilla acusa a publicação de criar uma objeção imaginária, abusando da confiança dos leitores ao apresentar um problema inexistente. Ele reforça que a adoção do Parlamentarismo não compromete a autonomia dos Estados nem exige alterações fiscais, bastando apenas substituir o Executivo presidencial por um gabinete parlamentar. Assim, conclui que o argumento contrário à reforma se baseia mais em preconceitos políticos do que em uma análise técnica dos fatos. |
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