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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-28T12:21:09Z | |
| dc.date.available | 2025-02-28T12:21:09Z | |
| dc.date.issued | 1954-05-08 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7380 | |
| dc.description.abstract | Rebate a afirmação do O Estado de São Paulo de que a reforma parlamentarista seria uma panaceia, ou seja, um remédio universal para todos os problemas do país. Segundo ele, os defensores do parlamentarismo não prometem uma solução mágica, mas sim um remédio político específico para problemas políticos concretos, como o desgoverno crescente e a falta de responsabilidade. O novo sistema proposto visa restaurar a responsabilidade política, envolvendo desde o eleitor mais humilde até o ministro mais poderoso. Argumenta que, embora o parlamentarismo não seja uma solução para todos os males, ele pode gerar impactos profundos em diversas áreas da vida nacional, como a economia, a moral, as finanças e o campo social. Para ilustrar seu ponto, compara o presidencialismo a uma doença crônica, semelhante à sífilis, cujas manifestações podem ser diversas, mas cuja raiz é a mesma. Assim, a reforma não seria uma panaceia, mas sim um tratamento eficaz contra a verdadeira causa mórbida dos problemas nacionais: o presidencialismo. Dessa forma, Pilla desafia a visão do jornal paulista, afirmando que a sua classificação terapêutica está errada. O parlamentarismo, longe de ser uma solução ilusória, seria o remédio específico para os males políticos gerados pelo presidencialismo no Brasil. | pt_BR |
| dc.subject | Panaceia; Reforma Parlamentarista; Desgoverno; Eleitor; Ministro; Economia; Campo Social | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Panacéia (1954-05-08) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |