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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-28T12:27:55Z | |
| dc.date.available | 2025-02-28T12:27:55Z | |
| dc.date.issued | 1954-05-11 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7382 | |
| dc.description.abstract | Responde à crítica do jornal O Estado de São Paulo, que argumenta que o sistema parlamentarista criaria uma “feira de vaidades” no Brasil. Reconhece que a vaidade é um traço humano universal, presente tanto no parlamentarismo quanto no presidencialismo. No entanto, ele contrapõe que, no sistema parlamentarista, a vaidade se manifesta de forma mais nobre, pois está ligada à competência para resolver problemas de governo. Para Pilla, o parlamentarismo exige que os governantes tenham soluções concretas e saibam defendê-las, o que confere dignidade à vida política. Já no presidencialismo, praticado há mais de sessenta anos no Brasil, a vaidade se degrada e se transforma em uma ambição de mando, caracterizada por disputas pelo poder sem compromisso real com a gestão pública. Destaca que ministros são meros servos do presidente, sem autonomia, mas que, por sua vez, exercem poder sobre seus subordinados. Esse modelo, segundo Pilla, favorece práticas autoritárias e estimula ambições grosseiras e destrutivas, como se observa nos embates políticos de São Paulo à época. Ironiza a visão alarmista do jornal, que sugere que a disputa por cargos ministeriais levaria o país à anarquia e à guerra civil. Para ele, o presidencialismo já promove disputas ainda mais brutais pelo poder, não sendo o parlamentarismo o verdadeiro problema do sistema político brasileiro. | pt_BR |
| dc.subject | Parlamentarismo; Presidencialismo; Gestão Pública; Disputa Política; Autoritarismo; Problemas Sociais; Política Nacional | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Vaidades e Ambições (1954-05-11) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |