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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-28T13:04:25Z | |
| dc.date.available | 2025-02-28T13:04:25Z | |
| dc.date.issued | 1954-05-25 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7392 | |
| dc.description.abstract | Discute a postura do jornal Correio da Manhã, que historicamente defendeu o revisionismo institucional e o parlamentarismo, mas agora se opõe à reforma do sistema presidencialista. Ele destaca que o jornal sempre teve uma tendência a apoiar causas difíceis, o que ele admira, mas considera um erro e uma inoportunidade sua mudança de posição. O jornal argumenta que o país enfrenta problemas políticos, sociais e administrativos urgentes, e que o Congresso deveria focar neles, deixando o sistema presidencialista intacto. Rebate essa ideia, afirmando que a pressão dos problemas nacionais decorre da ineficiência do regime presidencialista em resolvê-los, tornando a reforma parlamentarista a mais urgente e necessária das questões políticas. Para ele, adiar essa mudança seria uma incoerência, pois o parlamentarismo é a única solução capaz de criar um governo mais eficaz e estável. Ele também critica a contrarreforma, que agora encontra refúgio em grandes empresas jornalísticas, e acredita que os argumentos contra a mudança apenas fortalecem a campanha reformista. Conclui que a tentativa de frear a reforma apenas confirma que ela está no caminho da vitória inevitável. | pt_BR |
| dc.subject | Revisionismo; Movimento Político; República; Reformas; Jornal; Oposição; Prestígio | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: A Contrarreforma (1954-05-25) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |