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Discute a postura do jornal Correio da Manhã, que historicamente defendeu o revisionismo institucional e o parlamentarismo, mas agora se opõe à reforma do sistema presidencialista. Ele destaca que o jornal sempre teve uma tendência a apoiar causas difíceis, o que ele admira, mas considera um erro e uma inoportunidade sua mudança de posição. O jornal argumenta que o país enfrenta problemas políticos, sociais e administrativos urgentes, e que o Congresso deveria focar neles, deixando o sistema presidencialista intacto. Rebate essa ideia, afirmando que a pressão dos problemas nacionais decorre da ineficiência do regime presidencialista em resolvê-los, tornando a reforma parlamentarista a mais urgente e necessária das questões políticas. Para ele, adiar essa mudança seria uma incoerência, pois o parlamentarismo é a única solução capaz de criar um governo mais eficaz e estável. Ele também critica a contrarreforma, que agora encontra refúgio em grandes empresas jornalísticas, e acredita que os argumentos contra a mudança apenas fortalecem a campanha reformista. Conclui que a tentativa de frear a reforma apenas confirma que ela está no caminho da vitória inevitável. |
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