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Rebate a alegação de Gustavo Capanema de que as assinaturas na Emenda Parlamentarista seriam apenas um gesto de cortesia parlamentar, sem compromisso real de voto. Afirma que somente buscou assinaturas de parlamentares que, de fato, apoiavam a reforma e estavam dispostos a votar a favor. Ele esclarece que jamais solicitou assinaturas sem antes confirmar a opinião favorável do parlamentar. Aos que se mostravam indecisos, ele tentava esclarecer dúvidas, mas nunca aceitou assinaturas sem um mínimo de adesão à ideia ou à necessidade de experimentá-la. Destaca que alguns parlamentares se ofereceram para dar apenas um apoio formal, mas ele recusou tais assinaturas, pois seu objetivo era garantir um compromisso real com a reforma parlamentarista. Ele assegura que a Câmara dos Deputados tem uma maioria favorável à Emenda e considera impertinente qualquer dúvida sobre esse apoio. Embora alguns votos possam se perder e outros possam ser conquistados, ele enfatiza que as assinaturas representam um compromisso autêntico de voto. Por fim, Pilla critica os jornais opositores, que insistem em ignorar deliberadamente os fatos que não lhes convêm. Ele reitera que o apoio à reforma é legítimo e crescente, reforçando que a conversão ao parlamentarismo continua em progresso, o que fortalece a perspectiva de aprovação da Emenda. |
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