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Rebate a tese do Correio da Manhã, segundo a qual a Emenda Parlamentarista abriria precedentes para mudanças mais radicais, como a adoção de uma República Sindicalista nos moldes de Perón. Para ele, essa preocupação é infundada, pois a opção pelo Parlamentarismo reforçaria a Democracia, ao passo que o presidencialismo, sendo uma semi-ditadura, estaria mais próximo desse tipo de regime autoritário. Critica a ideia de que o essencial problema político do momento seja manter a Constituição de 1946 intacta. Para ele, o verdadeiro desafio é garantir a manutenção do regime democrático, e a preservação da Constituição deve ser uma consequência disso, e não um fim em si mesma. Ele argumenta que emendar a Constituição não significa violá-la, mas sim fortalecê-la, desde que se respeite o espírito democrático que a originou. Segundo Pilla, a Reforma Parlamentarista tornaria o sistema mais eficiente e coerente com os princípios democráticos e representativos. Assim, ao contrário do que sugere o Correio da Manhã, a adoção do parlamentarismo não seria um risco, mas sim uma solução necessária para evitar mudanças indesejadas e preservar os fundamentos democráticos. Reforça que a melhor forma de impedir transformações desastrosas é promover, a tempo, as reformas indispensáveis, garantindo um governo mais responsável e alinhado aos interesses da nação. |
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