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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-02-28T13:23:46Z | |
dc.date.available | 2025-02-28T13:23:46Z | |
dc.date.issued | 1954-04-25 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7397 | |
dc.description.abstract | Raul Pilla, presidente do Partido Libertador, defende que não há incompatibilidade entre o parlamentarismo e a federação. Em entrevista ao Jornal do Brasil, ele rebate a objeção de que um governo parlamentar não poderia funcionar em um Estado federal. Segundo Pilla, a federação diz respeito à distribuição do poder entre governo nacional e governos regionais, enquanto o parlamentarismo é apenas uma forma de governo. Como exemplo, ele cita países como Austrália, Canadá e França, que combinam federalismo e parlamentarismo sem problemas. Ele também refuta a ideia de que a queda de um gabinete federal levaria à queda dos governos estaduais, explicando que no sistema federativo, os governos regionais são autônomos. A experiência do Império do Brasil, onde mudanças no governo central afetavam as províncias, não se aplicaria a um modelo moderno. Outra objeção comum é a suposta onipotência do parlamento em regimes parlamentares, mas esclarece que isso ocorre apenas no modelo britânico, onde a constituição é flexível. Em países com constituições rígidas, como França e Bélgica, o Parlamento tem limites e pode ser fiscalizado pelo Judiciário. Por fim, argumenta que o parlamentarismo é mais democrático e pode até salvar a federação, pois evita a hipertrofia do governo federal. Ele conclui que, para fortalecer o federalismo, o Brasil deve adotar o sistema parlamentarista. | pt_BR |
dc.publisher | Jornal do Brasil | pt_BR |
dc.subject | Parlamentarismo; Federação; Governo de Gabinete; Governo Federal; Governos Estaduais; Assembleia Legislativa; Congresso Nacional | pt_BR |
dc.title | Uma Lição de Parlamentarismo (1954-04-25) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |