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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-28T13:59:35Z | |
| dc.date.available | 2025-02-28T13:59:35Z | |
| dc.date.issued | 1954-06-12 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7408 | |
| dc.description.abstract | Discute a proposta de reforma da Constituição Francesa, defendida por Vincent Auriol e outros políticos, com o objetivo de fortalecer o Poder Executivo sem comprometer o caráter democrático do regime. Diferente do que muitos presidencialistas imaginam, a intenção não é migrar para um sistema presidencialista, mas sim aprimorar o parlamentarismo, corrigindo falhas que geram instabilidade ministerial. Explica que, antes da Segunda Guerra Mundial, a Terceira República Francesa possuía um parlamento disfuncional, onde a dissolução da Câmara dependia do Senado, resultando na falta de responsabilidade política e na fragilidade dos governos. Já na Constituição vigente, a dissolução da Câmara é excessivamente restrita, só podendo ocorrer após dezoito meses e caso haja duas crises ministeriais no mesmo período, perpetuando a instabilidade. Menciona que figuras como André Siegfried e Georges Burdeau propõem reformas para implementar um parlamentarismo autêntico, nos moldes do sistema britânico e de outros países europeus. Adverte os presidencialistas brasileiros a não usarem a situação francesa como argumento para defender a concentração de poder no Executivo, pois a reforma defendida na França visa aperfeiçoar o parlamentarismo, não substituí-lo. Ele reforça que as dificuldades enfrentadas pela França não são prova de falência do regime parlamentar, mas sim da necessidade de ajustes para garantir sua eficácia. | pt_BR |
| dc.subject | Constituição Francesa; Vincent Auriol; Poder Executivo; Democracia; Presidencialismo; Parlamentarismo; Instabilidade Ministerial; Terceira República Francesa; Câmara dos Deputados | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: A Reforma na França (1954-06-12) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |