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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-06T16:16:20Z | |
| dc.date.available | 2025-03-06T16:16:20Z | |
| dc.date.issued | 1954-06-27 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7416 | |
| dc.description.abstract | Responde a um leitor que questiona se o povo brasileiro estaria preparado para garantir o regime parlamentarista. Ele rebate o argumento perguntando se o povo está habilitado a praticar a democracia, pois ambos os conceitos estão interligados. Ele contesta a ideia de que o parlamentarismo seria mais difícil de implementar do que o presidencialismo. Para Pilla, ocorre o contrário: por ser menos democrático, o presidencialismo é mais difícil de ser praticado democraticamente. Ele observa que, fora os Estados Unidos, nenhum país americano conseguiu manter um presidencialismo estável, alternando entre ditaduras, revoluções e golpes de Estado. Em contraste, o parlamentarismo tem funcionado satisfatoriamente em diferentes continentes, culturas e raças, inclusive no Brasil durante o Segundo Reinado. Já o presidencialismo, mesmo após mais de sessenta anos, continua sendo uma experiência fracassada no país. Para Pilla, isso ocorre porque o presidencialismo é uma forma imperfeita e contraditória de democracia representativa, enquanto o parlamentarismo é sua forma mais coerente. Além disso, o sistema parlamentarista possui um efeito educativo: ao acompanhar e participar do debate político, o povo se envolve na democracia, diferentemente do presidencialismo, que tende a deixá-lo passivo. Assim, conclui que a adoção do parlamentarismo seria um passo fundamental para a verdadeira educação democrática do Brasil, ao invés de continuar com um sistema que apenas perpetua vícios políticos. | pt_BR |
| dc.subject | Regime parlamentarista; Democracia; Presidencialismo; Estados Unidos; Ditaduras; Revoluções; Golpes de Estado | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: A Prática da Democracia (1954-06-27) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |