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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-06T16:59:12Z | |
dc.date.available | 2025-03-06T16:59:12Z | |
dc.date.issued | 1954-07-29 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7432 | |
dc.description.abstract | Critica a posição do relator parlamentarista, que se opõe à reforma parlamentarista. O relator, embora membro de um partido que originalmente defendeu a adoção do sistema parlamentar, argumenta que a proposta representa um perigo para a Constituição e deveria ser rejeitada. Refuta essa visão, esclarecendo que há uma confusão entre o conceito de regime constitucional, pautado por regras fundamentais, e a constituição, que é a forma concreta em que o regime se manifesta. Modificar a Constituição de maneira pacífica e legal não enfraquece o regime constitucional, mas, ao contrário, o fortalece ao corrigir falhas estruturais. Ele argumenta que revoluções surgem da resistência a reformas necessárias, e cita a queda da Monarquia como exemplo. Para Pilla, a atual democracia brasileira está em risco de naufragar novamente, caso não se adote uma reforma urgente que remova as falhas no sistema constitucional. Ele defende que o verdadeiro constitucionalismo está com os reformistas, que não pretendem manter a Constituição atual como algo sagrado e imutável, mas sim, modificá-la conforme as regras que ela mesma estabelece, para garantir que seja respeitada e cumprida. A reforma parlamentarista, segundo Pilla, não é uma ameaça ao constitucionalismo, mas sim uma medida para fortalecer a ordem e assegurar o desenvolvimento do país. | pt_BR |
dc.subject | Relator; Reforma Parlamentarista; Constituição; Regime Constitucional; Modificação; Revoluções; Resistência | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Constituição e Constitucionalismo (1954-07-29) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |