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dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
dc.date.accessioned | 2025-03-06T17:51:38Z | |
dc.date.available | 2025-03-06T17:51:38Z | |
dc.date.issued | 1954-09-19 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7450 | |
dc.description.abstract | Critica severamente a falência dos Institutos de Assistência e Previdência Social no Brasil. Ele aponta que, além da falta de apoio do Estado, a má gestão e a prodigalidade das administrações desses institutos têm sido responsáveis por sua situação precária. A dissipação dos recursos, não apenas das contribuições dos patrões, mas principalmente das dos trabalhadores, é destacada como um erro grave. Observa que, apesar das reformas sociais implementadas no país, a falta de uma verdadeira inspiração generosa por trás dessas ações tem gerado pouco efeito positivo. Os recursos destinados à previdência e assistência social foram desperdiçados, com os institutos sendo transformados em instrumentos de poder político. A presidência de um desses órgãos tinha o peso de um ministério, mas sem a devida responsabilidade social. Questiona se esses institutos têm realmente beneficiado os trabalhadores, sugerindo que o resultado de sua criação foi negativo, especialmente pelo aumento do custo de vida devido às contribuições obrigatórias para a previdência, assistência social e sindicatos. Critica a elevação dos encargos econômicos que as atividades produtivas enfrentam, sem qualquer compensação real para a sociedade. Para ele, a assistência e a previdência se transformaram em uma "parasitose". Ele encerra sugerindo que os trabalhadores reflitam sobre essas questões, distantes das promessas demagógicas. | pt_BR |
dc.subject | Falência; Institutos de Assistência e Previdência Social; Crítica; Má gestão; Prodigalidade; Dissipação; Parasitose; Demagogia | pt_BR |
dc.title | Microscópio: Falência (1954-09-19) | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |